• 11/04/2018

    Após 2 anos, Governo Federal não cumpre sentença de fornecimento de água potável a comunidade indígena

    Indígenas de Pyelito Kue, em Iguatemi (MS), continuam sujeitos a abastecimento irregular por caminhão-pipa e fontes não potáveis de água. MPF em Navíraí (MS) pediu à Justiça a intimação da União para que comprove a distribuição de água potável de maneira permanente à comunidade indígena

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  • 11/04/2018

    #ABRILindígena: MPF/SC e organizações lançam campanha pela homologação da TI Morro dos Cavalos

    Por ASCOM MPF/SC

    O MinistĂ©rio PĂşblico Federal (MPF) em Santa Catarina participou, na Ăşltima segunda-feira (9), do lançamento da campanha “Morro dos Cavalos – Homologação Já” na Terra IndĂ­gena Guarani do Morro dos Cavalos, no km 233 da BR-101, em Palhoça. O lançamento da campanha marca os 10 anos da Portaria do MinistĂ©rio da Justiça reconhecendo o direito Ă  demarcação da Terra IndĂ­gena, na forma prevista e assegurada pela Constituição Federal, sem que seja assinada sua homologação pela PresidĂŞncia da RepĂşblica.

    Desde 1995 trabalhando pela legalização da Terra Indígena Guarani do Morro dos Cavalos, a procuradora da República Analúcia Hartmann confessou, durante o ato de lançamento da campanha, a sua frustração por ainda não haver uma conclusão para o processo.

    “A luta pela homologação da Terra Indígena do Morro dos Cavalos é ainda mais simbólica por estar no Sul, a região que mais rejeita, que não aceita os direitos indígenas, preteridos por interesses fundiários e financeiros”, disse a procuradora.

    Fotos: Ascom – PR/SC

    A líder indígena Kerexu (Eunice Antunes) lembrou que a campanha contra a homologação chegou a espalhar a falsa notícia de que não havia indígenas Guarani no Morro dos Cavalos em 1988, data que vem sendo equivocadamente exigida pela AGU, sem respaldo legal, o que desencadeou uma série de ataques contra sua aldeia e seu povo.

     

    “Estamos constantemente sofrendo ataques. Como ficamos na margem da BR-101, sempre aparece alguém para fazer uma ataque relâmpago. E é sempre a mesma coisa: a polícia vem, não encontra provas, ninguém é culpado, ninguém é preso e os ataques continuam”, relatou.

    Também destacou que os Guarani vivem permanentemente no litoral catarinense desde antes da chegada dos europeus ao Brasil, e dela sempre tiraram sua sobrevivência.

    Em novembro do ano passado, a mãe de Kerexu, Ivete de Souza, de 59 anos, que tem seis filhos, foi torturada em sua própria casa e teve a mão esquerda decepada por golpes de facão. Ela foi violentamente agredida e recebeu inscrições feitas a faca em seu corpo, de cruz e símbolos de morte. Os agressores só pararam quando avaliaram, por engano, que ela já estava morta, conforme relato de entidades apoiadoras da luta indígena em carta aberta. A comunidade espera pelo resultado da investigação policial, já que há indícios de mandantes e de vários implicados no ataque.

    Leia:
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    Um dos muitos presentes à abertura da campanha pela homologação, o vereador Marcos José de Abreu, o Marquito, de Florianópolis, ressaltou a importância de se disseminar uma narrativa que contemple a luta dos Guarani pela legalização de seu território.

    A campanha pela homologação da Terra IndĂ­gena M’Bya Guarani do Morro dos Cavalos inaugurou a 13ÂŞ Semana Cultural dos Guarani, que atĂ© o sábado (14) promoverá atividades culturais e educativas, com aulas sobre a cultura indĂ­gena, alimentação, mĂşsica e outros temas. Entidades indĂ­genas que apoiam a Semana Cultural e a campanha: ConexĂŁo Itaty, Nhemonguetá – Povo Guarani na Mata Atlântica, Articulação dos Povos IndĂ­genas do Brasil (Apib), Mobilização Nacional IndĂ­gena e ComissĂŁo Guarani Yvyrupa (CGY).

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  • 11/04/2018

    PF notifica os Guarani Kaiowá de nova reintegração em Caarapó

    Mesmo após a decisão da ministra do STF, Carmem Lúcia, que suspendeu a retirada de famílias Guarani Kaiowá de duas fazendas retomadas, uma nova notificação judicial de despejo para a Tekoha Pindo Roky, que fica na Terra Indígena Dourados Amambaipeguá 1, em Caarapó, MS.

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  • 10/04/2018

    Cimi Regional Sul divulga nota sobre o contexto da polĂ­tica indigenista no Brasil

    O governo federal, com base nestas duas anomalias jurídicas, paralisou todas as demarcações e condicionou a administração pública a incorporá-las (através do Parecer 001/2017 da Advocacia Geral da União) em suas demandas e ações indigenistas

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  • 10/04/2018

    Salvos pela reza e resistĂŞncia

    “Resistiremos na esperança de crescermos na união, fazendo nascer do nosso chão, regado com nosso próprio sangue e com as lágrimas de nossos sentimentos veremos crescer novos guerreiros”.

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  • 10/04/2018

    Chega de troca injusta! Animação mobiliza ATL 2018 neste #ABRILIndígena

    Chega de troca injusta!! Some sua voz ao grito de “Demarcação Já!”. Compartilhe este vídeo e fortaleça a maior mobilização indígena do país. Contribua com a organização do Acampamento Terra Livre 2018 em Brasília, de 23 a 27 abril

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  • 09/04/2018

    Minutos antes da operação, STF suspende despejo de acampamentos Guarani e Kaiowá em Caarapó (MS)

    Com grande contingente policial mobilizado, indígenas já se preparavam para resistir ao despejo quando foram informados da decisão

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  • 09/04/2018

    Pesquisa | As violações sobre o direito à Educação Escolar Indígena do povo Maku Nadëb (AM)

    O objetivo é trazer ao conhecimento público e das autoridades competentes as violações de direitos na Educação Escolar Indígena do povo Maku Nadëb, que vive nas aldeias Jeremias e Jutaí, pertencentes à Terra Indígena (TI) Paraná do Boá-boá, município de Japurá, e Nova São Joaquim, TI Uneuxi

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  • 09/04/2018

    Indígenas bloqueiam trecho de rodovia pela demarcação da TI Tupinambá de Olivença

    A cacique Jamapoty lembra que o protesto Ă© tambĂ©m um ato de repĂşdio ao “estado de exceção” e agravado pela prisĂŁo do ex-presidente Lula, alĂ©m dos demais ataques contra a democracia

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  • 08/04/2018

    Nota do Cimi sobre despejos anunciados contra aldeias Guarani e Kaiowá

    O Cimi responsabiliza o Governo Temer e a Justiça Federal pelas violênciasque possam ocorrer em decorrência da operação policial agendada

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