Porantim 453: “Os Pataxó pedem socorro”
Dias antes da morte, Gustavo Pataxó, de 14 anos, escreveu: “Os Pataxó pedem socorro”. “Ele não pediu só por ele, pediu pelo povo Pataxó. Ele teve um sonho impedido”, conta a mãe de Gustavo, Candara Pataxó, que segue obstinada na luta pela demarcação do seu território mesmo com a dor da perda de seu filho brutalmente assassinado. Para o povo Pataxó, demarcação é a saída para pôr fim ao conflito instaurado pelos fazendeiros invasores de seus territórios
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