Indígenas Kaingang realizam ato na TI Rio dos Índios, em Vicente Dutra/RS
Mobilização com mais de 500 Kaingang exige retirada e indenização de não indígenas para conclusão da demarcação, parada desde 2004
Mobilização com mais de 500 Kaingang exige retirada e indenização de não indígenas para conclusão da demarcação, parada desde 2004
No ano em que o Fórum Alternativo Mundial da Água (Fama) se instala no Brasil, convocando o mundo a lutar contra a mercantilização deste recurso natural, povos indígenas do Ceará enfrentam uma verdadeira guerra de baixa intensidade contra o Complexo Industrial e Portuário do Pecém, Grupo Ypióca e o Governo do Estado
A sentença obriga o Estado brasileiro a concluir a demarcação do território do povo Xukuru, localizado no município de Pesqueira, agreste pernambucano, e determina o pagamento de indenização por danos imateriais ao povo
Com 836 terras a serem regularizadas, e com mais um presidente da Funai imposto e deposto pela bancada ruralista, a demarcação da TI Pankará e a homologação da TI Baía do Guató não melhoraram a imagem do governo
Segundo o MPF, o extinto Parque Operacional do DNER, em Paulo Afonso (BA), pertence à União e a construtora Uzi nunca exerceu posse das terras. A área é reivindicada pelo povo Kariri Xocó, às margens do rio São Francisco, de onde forma despejados de forma violenta
Povos e comunidades tradicionais cobram direito à consulta livre, prévia e informada antes da concessão da ferrovia que pretende cortar as bacias do Xingu e Tapajós
Este foi o apelo de Adriano Karipuna feito às Nações Unidas, na tarde desta quarta-feira, 18, em Nova York, durante a 17ª Sessão do Fórum Permanente sobre Assuntos Indígenas das Nações Unidas
Assassinatos por conflito no campo atingiram o maior número desde 2003, com 70 assassinatos. Um aumento de 15% em relação ao número de 2016, diz relatório lançado nesta segunda-feira, 16, pela Comissão Pastoral da Terra (CPT)
O juiz da 5ª Vara da Justiça Federal do Maranhão afirma que os Akroá-Gamella estão proibidos de impedir a passagem pelo território de Linha de Transmissão. Motivo: os Gamella não são reconhecidos pelo Estado
O governo federal, com base nestas duas anomalias jurídicas, paralisou todas as demarcações e condicionou a administração pública a incorporá-las (através do Parecer 001/2017 da Advocacia Geral da União) em suas demandas e ações indigenistas