Entidades do campo do direito e sociais se manifestam contra desprestígio de valores humanistas e democráticos
A Nota Conjunta repudia toda e qualquer manifestação de ódio, violência, intolerância, preconceito e desprezo aos direitos humanos.
A Nota Conjunta repudia toda e qualquer manifestação de ódio, violência, intolerância, preconceito e desprezo aos direitos humanos.
A Nota Pública reforça também a necessidade de atenção dos organismos e mecanismos nacionais e internacionais de direitos humanos frente ao cenário do Brasil.
A Carta de Solidariedade destaca a corresponsabilidade das Pastorais Sociais, Pastorais do Campo e outras entidades junto à CNBB, no esforço coletivo para que o Brasil saia da grave crise em que se encontra.
Proteger o meio ambiente e a democracia são tarefas indissociáveis para quem quer ver um país livre, com uma cultura rica e diversificada, num ambiente sadio e democrático.
Após denúncias apresentadas pelo Cimi, representante do Brasil afirma não existir relação direta entre empresas que financiam campanhas políticas e ataques aos povos indígenas e suas terras tradicionais.
Segundo os pesquisadores/as, o risco de despejo têm colocado os Ava-Guarani em situação de extrema vulnerabilidade pela precariedade das condições de vida a qual são submetidos.
Segundo André Karipuna, a violência praticada contra o patrimônio indígena destruiu completamente mais de onze mil hectares de território; 80% nos últimos três anos.
O debate busca efetivar um instrumento juridicamente vinculante para regulamentar, no direito internacional dos direitos humanos, as atividades de corporações transnacionais e outras empresas.
A nota denuncia o movimento antidemocrático em curso no país que representa graves consequências e prejuízos sociais e recomenda voto consciente no 2º turno das eleições para assegurar a justiça e a paz
Homologação da Justiça Federal é referente à conciliação entre o MPF e a Funai sobre a área conhecida como planalto santareno