TRF4 suspende ordens de despejos de indígenas solicitados pela Itaipu
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi), de Foz do Iguaçu, acompanha a situação das famílias que estão ameaçadas de despejo
O Conselho Indigenista Missionário (Cimi), de Foz do Iguaçu, acompanha a situação das famílias que estão ameaçadas de despejo
Acesse a página especial com fotos, textos e vídeos sobre o movimento de estudantes indígenas e quilombolas em luta por políticas de permanência estudantil no ensino superior
Com os dados do relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil – 2017, plataforma de mapeamento dos assassinatos de indígenas no Brasil chegou a um total de 1.071 registros
O Observatório da Temática Indígena da América Latina espera que Itaipu Binacional reveja sua posição e atue por meio de dialogo, buscando equacionar o grave problema fundiário que afeta o povo Guarani.
Os indígenas manifestaram preocupação com os inúmeros candidatos que estão concorrendo às vagas na Câmara e no Senado Federal.
Por Ascom Unilab Estão abertas as inscrições para o seletivo específico para ingresso de estudantes Quilombolas e Indígenas com 211 vagas distribuídas nos campi do Ceará e da Bahia. No site da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) estão as instruções para a realização das inscrições que vão até dia 03 de outubro. Confira o edital e […]
Instaurou-se nos diferentes poderes do Estado brasileiro uma atuação sistemática contra os povos, seus direitos e seus aliados. Contudo, os indígenas são resistentes por um projeto de futuro, inclusive no campo das disputas institucionais.
Passados 30 anos da promulgação da Constituição Cidadã, encontramos um Poder Legislativo dominado pelas forças do capital. Hoje, a articulação indígenas luta pela ocupação de espaços institucionais na defesa de uma verdadeira reforma do sistema político.
O Agronegócio trabalha para fazer das terras da união um negócio particular, de poucos. Se construiu um ‘Pacto de Poder’ através de manipulação dos direitos constitucionais para legalizar maneiras de obter, manter e concentrar a relação de propriedade privada sobre o território público.
O Relatório Violência Contra os Povos Indígenas no Brasil – Dados de 2017, publicado anualmente pelo Cimi, constata aumento em 14 dos 19 tipos de violência sistematizados; apropriação das terras indígenas é um dos principais vetores da violência