• 27/10/2004

    Mais um Grupo de Trabalho Interministerial de Política Indigenista proposto pelo Governo

    Desde o início do Governo Lula vários grupos de trabalho foram criados com o objetivo de elaborar uma proposta de política indigenista, mas até o momento nenhum resultado concreto foi apresentado.


     


    A qualquer momento poderá ser instituído o Grupo de Trabalho Interministerial (GTI) de Política Indigenista. Minuta de Portaria Interministerial com esta finalidade foi encaminhada, pela Subchefia de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais, da Casa Civil, no início do mês de outubro, para ser analisada pelo Ministério da Justiça, Casa Civil, Gabinete de Segurança Institucional e Secretaria-Geral da Presidência da República.


     


    Ao GTI de política indigenista deverá caber a definição das ações prioritárias para execução da política indigenista do governo e o monitoramento da sua implementação. O Grupo deverá revisar o Plano de Ação elaborado pelo Grupo de Trabalho de Políticas Indigenistas instituído no âmbito da Câmara de Política Social, ao qual deverão ser incluídos temas definidos pela Câmara de Relações Exteriores e Defesa Nacional (Creden), devendo também definir ações prioritárias e um cronograma de implementação. A avaliação da execução das ações deverá ser feita através de reuniões mensais do GTI.


     


    Segundo a minuta, o GTI – a ser coordenado por representante do Ministério da Justiça – deverá ter composição exclusivamente governamental, através dos ministérios da Justiça, da Saúde, da Educação, da Defesa, do Desenvolvimento Social, do Meio Ambiente, das Minas e Energia e do Planejamento, bem como da Casa Civil e do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, das secretarias Geral e Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, e da Fundação Nacional do Índio – Funai.


     


    Assim, a minuta não prevê o assento no GTI, dos maiores interessados no tema: os próprios povos e organizações indígenas. A estes o único papel que se pensa reservar é que sejam consultados apenas quanto à execução das políticas públicas dirigidas às populações indígenas, e não de sua formulação. Assim, as chamadas “entidades representativas indígenas” devem ser apenas “ouvidas” pelo GTI, acerca do Plano de Ação, de sua revisão, das ações a serem priorizadas e do cronograma de implementação.


     


    O Governo pretende também deixar de fora da discussão instituições diversas, tanto científicas quanto de apoio, que ao longo dos anos têm prestado relevante contribuição no campo indigenista. Além de não terem assento no Grupo de Trabalho, também não há previsão na minuta para que tais entidades sejam sequer consultadas pelo GTI quanto à elaboração de seu Plano de Ação ou da avaliação de sua implementação.


     


    Caso a portaria interministerial venha de fato a ser publicada, o Governo estará demonstrando claro desinteresse no cumprimento de um dos principais compromissos programáticos firmados com os povos indígenas: o de respeitar o direito de participação destes povos, suas comunidades e organizações, nas decisões sobre as questões que lhes dizem respeito, principalmente na formulação da política indigenista. Tal direito de participação configura também um dos princípios basilares da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), cuja vigência no Brasil o próprio Executivo promulgou em 19 de abril deste ano. Após haver, em outras ocasiões, desprezado os compromissos de campanha para com os Povos Indígenas, o Governo Lula mostra-se também disposto a ser o primeiro a violar os termos da Convenção.


     


    Brasília, 27 de outubro de 2004.


     


    Cimi – Conselho Indigenista Missionário


     

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  • 27/10/2004

    Juiz do MS dá cinco decisões de reintegração de posse a favor de fazendeiros

     



    O juiz federal Odilon de Oliveira anunciou, no último dia 25, cinco sentenças de reintegração de posse a fazendeiros na região de Dois Irmãos do Buriti e Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul. O mesmo juiz, no início de outubro, havia anunciado sentença dando a fazendeiros o domínio de terras tradicionalmente ocupadas pelo povo Terena.


     


    Reunidos semana passada, os indígenas decidiram pela necessidade de se recorrer da decisão (cujos réus são a União e a Funai) e que uma comissão deve ir ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF) para entrar em contato com o desembargador. 


     


    A Funai e o Ministério Público Federal deram indicações de que vão recorrer da decisão do juiz federal no TRF da 3ª Região, em São Paulo.


     


    Desde 2000, os Terena têm feito retomadas na luta pela revisão dos limites da terra indígena Buriti para cerca de 17.000 hectares. Todas as decisões desse juiz federal no Mato Grosso do Sul deram posse das terras aos fazendeiros.


     

    Odilon de Oliveira determinou também multa diária de mil reais em caso de descumprimento da decisão, e que a União e a Funai deverão reembolsar os autores das ações pelos gastos com advogados em dois mil reais.

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  • 26/10/2004

    CIMI INFO-BRIEF 636


    Indios protestieren gegen Ausdehnung der Monokulturen


     


    Als Brasilien eine portugiesische Kolonie war, setzte man auf Monokulturen für den Export als Faktor für die nationale wirtschaftliche Entwicklung. Mehr als ein halbes Jahrhundert später wird noch immer Export orientiert produziert. Statt Zuckerrohr werden nun Soja und Eukalyptus und die Regierung erhofft sich dadurch eine Lösung für nationale Wirtschaftsprobleme.


     


    Die Ausbreitung von Monokulturen in indigenen Gebieten ist oft die Ursache für Auseinandersetzungen zwischen den indigenen Völkern und den Invasoren in ihren Gebieten. Es gibt kaum Monokulturen, von denen Indios, ihre traditionellen Gebiete und die Umwelt nicht betroffen wären.


     


    Im Süden von Bahia, dort wo die ersten portugiesischen Kolonialherren ankamen,


    sperrten 300 Indios einen Abschnitt der BR-101. Sie waren Teilnehmer eines Seminars über die Auswirkungen von Monokulturen für ihre Gemeinschaften. Diese Aktion soll die Firma Veracel Celulose abhalten, weiterhin Eukalyptus in traditionellen Gebieten der Pataxó zu pflanzen.


     


    Während man die Straße am 20.10.2004 für PKW freigab, wurden die Eukalyptus-Transporter an der Fahrt gehindert. Eine indigene Kommission kam am 21.10.2004 nach Brasília, um mit Vertretern des Umweltministeriums, mit der Staatsanwaltschaft und mit der Generalanwaltschaft des Bundes zu verhandeln. Ein geplanter Termin beim FUNAI-Präsidenten wurde von dessen Referentin nicht bestätigt. „Solange diese Situation andauert, gibt es kein Treffen. Die FUNAI lehnt diese Form des Drucks ab“, sagte die Referentin, Bezug nehmend auf die Sperre der Straße.


     


    Veracel Celulose nutzt einen Teil des Gebietes im Süden von Bahia, das die Pataxó zurück gewonnen haben, für Plantagen. Die Firma gehört zur Gruppe Aracruz Celulose, die weltweit führend in der Zelluloseproduktion ist. In Bahia hat Aracruz noch eine Fabrik in Eunápolis. Auf rund 247.000 ha unterhält die Gruppe in den Bundesstaaten Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais und Rio Grande do Sul Eukalyptus Plantagen. Die Produktion geht fast zur Gänze in den Export.


     


    Laut Indios verletzt das Unternehmen Umweltgesetze. Eukalyptusbäume werden innerhalb von Naturschutzzonen angebaut, verdrängen natürlich gewachsene Kokospalmen und beeinflussen das ökologische Gleichgewicht.


     


    Die Verzögerung der Demarkierung ermöglicht die Ausdehnung von Plantagen in traditionellen Gebieten und fördert Spannungen und Gewalt. Darum fordert die indigene Kommission von den Autoritäten in Brasília einen Stopp für Eukalyptuspflanzungen in traditionellen Gebieten der Pataxó, die rasche Demarkierung und die Aufhebung von fast 30 Gutachten, die den Abzug der Pataxó und Pataxó Hã-Hã-Hãe von zurück gewonnenen Fazendas anordnen.


     


     


    Gemeinschaften werden trotz Strafanordnung der Bundesjustiz ihr angestammtes Territorium nicht verlassen


     


    Heute (21.10.) endet die Frist, die den indigenen Gemeinschaften Homologação, Jawarizinho und São Francisco von Raposa/Serra do Sol von der Bundesjustiz zum Abzug eingeräumt wurde. Sollten sich die Indios weigern, muss der Indianerrat von Roraima (CIR) täglich R$  10.000 Strafe zahlen und die Indios könnten mit Zwang von der Polizei zum Abzug gedrängt werden.


     


    Aus Sorge um einen möglichen Konflikt bat der Vize-Koordinator des CIR, Norberto Cruz da Silva, am 19.10.2004 in einem Brief an die Kaziken, die Gemeinschaften mögen das Urteil annehmen, das Richter Helder Girão Barreto in seinem Gutachten formulierte.


     


    „Der CIR versteht, dass die Entscheidung, auch wenn sie sich gegen die ursprünglichen Rechte der indigenen Völker und ihre Interessen richtet, zu respektieren ist“, schreibt der Vize-Koordinator. Der CIR habe keine Verantwortung für die Entscheidungen und Aktionen der Gemeinschaften.


     


    „Wir werden hier nicht weg gehen“, sagte der Vertreter Nelino Galé, als ihm Júlio José de Souza vom CIR den Brief übergab. Laut Galé befinde sich die Gemeinschaft Homologação vier km vom Sitz und 100 m vom Zaun der Fazenda Recife entfernt, die bei Gericht eine Reintegration von Besitz erwirkte.


     


    „Die Justiz war niemals hier und kennt nicht unsere Situation. Man glaubt alles, was die Reispflanzer sagen“, kritisierte Nelino Galé. Die Kaziken der drei Gemeinschaften unterstrichen, dass sie das von ihnen traditionell bewohntes Gebiet nicht verlassen werden.


     


    CIR habe gegen die Entscheidung Berufung eingelegt. Solange noch kein diesbezügliches Ergebnis vorliege, sei das Gutachten auszuführen. „Die Organisation sorgt sich um die Sicherheit der Gemeinschaften, da die Bundespolizei den Befehl erhalten könnte, sie mit Gewalt abzuziehen“, so Júlio Macuxi.


     


    Wieder einmal schlägt der CIR Alarm. Ein Konflikt im indigenen Gebiet Raposa/Serra do Sol ist nicht auszuschließen. Der Grund dafür ist die Verzögerung der Homologation durch Präsident Lula da Silva. Die Bundesregierung wird für jegliche Form der Gewalt gegen die Indios verantwortlich sein, die Gefahr laufen, von ihrem eigenen Land vertrieben zu werden, befürchtet die Organisation.


     


    Indios Macuxi, Wapichana, Ingarikó, Taurepang und Patamona von Raposa/Serra do Sol wurden von den Gemeinschaften Homologação, Jawarizinho und São Francisco eingeladen, der Reintegration von Besitz zu widerstehen. Die Kaziken erwarten in den nächsten Tagen die Unterstützung von rund 2.000 Indios.


     


    Brasília, 21. Oktober 2004


     


     

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  • 26/10/2004

    MPF/SC aciona ex-vereador por ofensa à comunidade indígena de Sede Trentin


     


    A Procuradoria da República em Chapecó, Oeste de Santa Catarina, ingressou na quinta-feira, 21, com Ação Civil Pública contra o ex-vereador Raul Perizollo. Segundo o documento, durante a sessão legislativa da Câmara de Vereadores de Chapecó, o ex-vereador utilizou palavras discriminatórias e ofensivas à honra das comunidades indígenas da região, chamando os índios, por cinco vezes, de “vagabundos”.


     


    Conforme o procurador da República Harold Hoppe, a ação objetiva a indenização por danos morais no valor de R$  100 mil. As declarações causaram indignação nas lideranças indígenas da região, que representaram ao Ministério Público Federal o ocorrido. Para o cacique da reserva Toldo Chimbangue, Idalino Fernandes, o fato revela que “uma parcela considerável da população do oeste continua pensando com a lógica da colonização, que custou tão caro às nossas comunidades ao longo deste século”. Ainda, segundo o cacique, tal fato não configura novidade para os índios, embora seja a primeira vez que uma autoridade utilize um espaço oficial para ofender a comunidade indígena.


     


    O procurador Hoppe pede na ação que o valor da indenização por danos morais seja todo revertido às comunidades que tiveram sua imagem denegrida. O dinheiro deverá ser utilizado para implementação de políticas públicas de inclusão social das comunidades indígenas do oeste de Santa Catarina. Portanto, a verba condenatória deverá ser repassada à Administração Regional da Funai em Chapecó.


     


    Em seu discurso durante sessão na Câmara, Perizollo, que também é médico, disse: “(…) Agora, quem tem as terras ali e depois vai dar pra meia dúzia de vagabundo! Porque é vagabundo, entende. São vagabundos, e provo que é! São vagabundos! Entende…Vão dar as terras aí pruns vagabundo que não vai resolver nada, não vão dar emprego nenhum… entendeu… Vão defender esse tipo de gente(…)”.


     


    Ação nº 2004.72.02.003833-1.


     


    Fonte: PR/SC


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  • 25/10/2004

    Caminhões da Veracel liberados na BR 101

    Em Brasília, comissão indígena reuniu-se com MMA e PGR


     


    O trânsito de caminhões que carregavam eucalipto da empresa Veracel Celulose foi liberado na última sexta (dia 22) pelos indígenas que protestavam contra a produção de eucalipto em suas terras tradicionais e em regiões próximas a elas. Segundo a imprensa da Bahia, cerca de 34 carretas ficaram retidas durante o bloqueio, que terminou depois de negociações com as polícias rodoviária e federal.


     


    A comissão de sis indígenas que veio a Brasília para reuniões com os órgãos públicos federais reuniu-se durante a tarde com representantes do Ministério do Meio Ambiente e do Ministério (MMA) Público Federal. No MMA, a reunião foi principalmente de apresentação das questões vivenciadas pelos indígenas e não gerou encaminhamentos concretos. 


     


    No Ministério Público, a Dra. Deorah Duprat, da 6a. Câmara de Revisão e Coordenação, responsável por assuntos ligados a comunidades indígenas, comprometeu-se em entrar em contato com a instância do Ministério Público que trata de temas ligados ao meio ambiente, a 4a. Câmara – Meio Ambiente e Patrimônio Cultural, para encaminhamentos conjuntos.


     


    O fato de o relatório de identificação das terras indígenas ainda não ter sido concluído é o maior entrave para a atuação do Ministério Público neste caso. Mais uma vez, a demora para o reconhecimento e demarcação de uma terra indígena aparece como um empecilho para a defesa dos povos e do meio ambiente, abrindo espaço para a degradação ambiental. Joselito Pataxó relata que a plantação de eucalipto na região tem gerado alterações na qualidade da água dos rios e o desaparecimento de espécies animais que viviam na região. “A empresa usa uma química forte nas plantações. Já faz tempo que ela planta eucalipto nos tabuleiros, em cima. Quando a chuva vem, a água desce as encostas e vai para o rio. De Belmonte a Cabrália [municípios do extremo sul da Bahia] não temos mais caranguejos”, afirma.


     
    As denúncias de impacto ambiental da monocultura de eucalipto que têm sido feitas pelos indígenas demonstram a importância desses povos para a conservação do ambiente e sua preocupação com sobrevivência da Mata Atlântica no extremo Sul da Bahia, região conhecida como Corredor Central da Mata Atlântica e que acumula os títulos de Reserva da Biosfera e de Sítio do Patrimônio Natural. Ali, se conservam, plantas e animais que só existem em regiões de Mata Atlântica.

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  • 25/10/2004

    Galibi do Oiapoque
































    POVO
    GALIBI DO OIAPOQUE


     


     


     


     


     


     


     


     


     


     


    Outras denominações:


    Kalinã (Guiana Francesa)


    Outras grafias:


     


    Língua:


    Tronco Lingüístico:


     


    Família lingüística:


    KARIB


    Língua materna:


    Galibi do Oiapoque


    Línguas faladas:


    KHEUOL (PATOÁ), Francês e Português


    População:


    No Estado:


    28


    Total


    Localização:


    Terra Indígena:


    São José do Oiapoque


    Estado:


    AMAPÁ (AP)


    Município


    Oiapoque


    Regional e/ou Equipe do Cimi que presta acompanhamento:


    Norte II – e-mail: (coord. Regional) [email protected]

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  • 25/10/2004

    Galibi Marworno































    POVO
    GALIBI MARWORNO



    Família Galibi Marworno – Foto: Nello Ruffaldi


    Outras denominações:


    Outras grafias:


    Língua:


    Tronco Lingüístico:


     


    Família lingüística:


    KARIB


    Língua materna:


     


    Línguas faladas:


    KHEUOL (PATOÁ) PORTUGUÊS


    População:


    No Estado:


    1822


    Total


    Localização:


    Terra Indígena:


    UAÇÁ;JUMINÁ


    Estado:


    AMAPÁ (AP)


    Município


    Oiapoque


    Regional e/ou Equipe do Cimi que presta acompanhamento:


    Norte II – e-mail: (coord. Regional) [email protected]

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  • 25/10/2004

    Karipuna






































    POVO
    KARIPUNA



    Criança Karipuna – Foto: Nello Ruffaldi


    Outras denominações:


    Outras grafias:


    Caripuna


    Língua:


    Tronco Lingüístico:


     


    Família lingüística:


    Pano


    Língua materna:


    Karipuna


    Línguas faladas:


    KHEUOL (PATOÁ) e Português


    População:


    No Estado:


    1800


    Total


    Localização:


    Terra Indígena:


    Uaçá;Juminã


    Estado:


    AMAPÁ (AP)


    Município


    Oiapoque


    Regional e/ou Equipe do Cimi que presta acompanhamento:


    Norte II – e-mail: (coord. Regional) [email protected]

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  • 25/10/2004

    Palikur































    POVO
    PALIKUR



    Menina Palikur – Foto: Nello Ruffaldi


    Outras denominações:


    Outras grafias:


    Palikurá, Paliku’ene


    Língua:


    Tronco Lingüístico:


     


    Família lingüística:


    Aruak


    Língua materna:


    Palikur


    Línguas faladas:


    Palikur, Kheuol (Patoá), português


    População:


    No Estado:


    866


    Total


    Localização:


    Terra Indígena:


    Bacia do Rio Uaçá


    Estado:


    AMAPÁ (AP)


    Município


    Oiapoque


    Regional e/ou Equipe do Cimi que presta acompanhamento:


    Norte II – e-mail: (coord. Regional) [email protected]

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  • 25/10/2004

    Waiãpi































    POVO
    WAIÃPI


    Outras denominações:


    Outras grafias:


    Oyampi, Waiampi, Waiâpy, Wajâpi


    Língua:


    Tronco Lingüístico:


    Tupi


    Família lingüística:


    Tupi Guarani


    Língua materna:


    Waiãpi


    Línguas faladas:


    Waiãpi e Português


    População:


    No Estado:


    495


    Total


    Localização:


    Terra Indígena:


    Região dos rios Oiapoque, Jari e Araguari


    Estado:


    AMAPÁ (AP)


    Município


    Laranjal do Jarí e Amapari


    Regional e/ou Equipe do Cimi que presta acompanhamento:


    Norte II – e-mail: (coord. Regional) [email protected]

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