Indígenas sofrem atentado em carro da Sesai que transportava mulher em trabalho de parto
Um veículo da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) que transportava uma indígena em trabalho de parto foi alvejado com cerca de 20 tiros na madrugada de sábado (3). A indígena pataxó seria levada da aldeia Boca da Mata até o Hospital Regional de Itamaraju, sul da Bahia.
No carro estavam a gestante, o motorista e uma acompanhante. Quando o veículo se aproximou da rodovia BR-101 foi surpreendido por um grupo de cinco pistoleiros que efetuaram os disparos. No momento dos tiros os indígenas conseguiram fugir mata adentro. O motorista chegou a ser atingido nos olhos pelos estilhaços do para-brisa do veículo, mas passa bem. As duas mulheres não foram atingidas pelos tiros, mas sofreram ferimentos durante a fuga.
“Alguma coisa precisa ser feita para parar a intimidação desses bandidos. Estão sempre por aqui, rondando com armas pesadas, atirando e ameaçando a gente. Índio não pode nem sair de casa depois das 5 da tarde. Em nome da comunidade pedimos para a polícia tomar providências urgentes. Não queremos essa violência com nosso povo Pataxó”, disse Jurandir, liderança da comunidade.
A Polícia Federal investiga o atentado.
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As cerca de seis famílias Guarani-Kaiowá do Tekohá Apyka’i, que vivem em um pequeno pedaço de sua terra tradicional, retomado em setembro de 2013, podem ser despejadas do local. O trecho retomado, no qual a comunidade reside desde então, fica a poucos metros da BR-463 e a aproximadamente sete quilômetros do município de Dourados, no Mato Grosso do Sul.
Você partiu para entrar na pátria definitiva. Deixa imensas saudades, incontáveis lembranças, agradáveis recordações. Choramos a sua morte, mas ao mesmo tempo somos tão gratos a Deus por ter-nos concedido sua presença fraterna e solidária durante tanto tempo.


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Memória – Militância – Missão 
O Céu o acolheu em festa
É com grande tristeza que CPT comunica o falecimento de Dom Tomás Balduino, bispo emérito da cidade de Goiás (GO) e fundados da Comissão Pastoral da Terra. Apesar da tristeza temos a certeza que Dom Tomás viveu sua vida em plenitude, e em comunhão com a causa dos pobres da terra. Seu exemplo e luta estarão presentes sempre na caminha daqueles e daquelas que lutam por um mundo melhor e por justiça social.