Movimentos bloqueiam BR-251 em MG pelo direito à água, demarcação e reforma agrária
Cerca de 400 pessoas interditaram nessa quinta-feira (12) os dois sentidos da rodovia BR-251, em Montes Claros, norte de Minas Gerais. O protesto era pelo direito à água, pela reforma agrária e demarcação de terras tradicionais. Participaram do ato o Povo Xakriabá, Movimento dos Sem Terra, Movimento dos Atingidos por Barragens, Geraizeiros, Vazanteiros, a Articulação Rosalino de Povos Tradicionais e Quilombolas e a Articulação Popular São Francisco Vivo.
O trânsito foi liberado por volta das 12h. O protesto fez parte da Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Camponesas, que já teve ações em 21 estados, com marchas, ocupações e trancamento de rodovias. A Jornada denuncia o modelo do agronegócio no campo brasileiro e propõe a agroecologia como alternativa ao capital estrangeiro na agricultura.
Foto: Ricardo Caroba/G1
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O que existe em comum abaixo da linha do Equador?
Frente à notícia de despejo iminente, mais de 50 famílias Guarani-Kaiowá passaram a clamar desesperadas por justiça no estado do Mato Grosso do Sul (MS). Um pedido da suspensão da liminar de despejo, peticionada pela procuradoria da Funai, encontra-se nas mãos do ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF)



Teve início no último dia 9 de março, o Curso de Especialização em Direito Agrário, organizado pelas Pastorais do Campo, em parceria com a Universidade Federal de Goiás (UFG). 
Cerca de 800 mulheres camponesas, organizadas pela Via Campesina, ocupam desde o início da manhã desta segunda-feira (9), a multinacional Bunge, em Luziânia (BR 040- entorno de Brasília). O protesto denuncia o agronegócio e o seu modelo de desenvolvimento para o campo brasileiro.
Perante as mentiras, calúnias e preconceitos expressos em nota publicada e assinada pelo presidente da Rede Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), informamos que: