Em encontro nacional na Bahia, lideranças indígenas afirmam: “nossas retomadas são sagradas e imparáveis”. Suas histórias vêm de territórios distantes entre si, mas carregam o mesmo peso: ameaças, criminalização e resistência que não recua. “A nossa luta é por território, é por dignidade. Nós somos terra. E nós buscamos respeito e sobrevivência.”